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Seguros, previsíveis e altamente populares. Os investimentos em renda fixa são os mais procurados pelos brasileiros que buscam um porto seguro quando o assunto é o destino dos recursos. São a porta de entrada da maioria das pessoas no mundo dos investimentos e a categoria indicada para quem começa a formar uma reserva financeira. Fizemos uma lista com seis curiosidades sobre a renda fixa. Confira!

  1. Ela nem sempre é tão fixa assim

A renda fixa atrai os investidores pela previsibilidade da remuneração, que já está definida desde o momento da aplicação. Certo? Nem sempre. A renda fixa oferece uma série de investimentos, classificados em categorias conforme o tipo de rentabilidade. Os títulos prefixados possuem uma taxa de rentabilidade fixa (10% ao ano, por exemplo) e o investidor sabe exatamente quanto terá de dinheiro no futuro. Mas existem também os títulos pós-fixados. Neste caso, o rendimento será conhecido apenas futuramente. Esses títulos são atrelados a algum índice, como o IPCA (inflação), a Selic (juros) ou o CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que oscilam ao longo do tempo. Assim, é possível apenas fazer uma previsão sobre a remuneração na data do vencimento do título.

  1. Você está emprestando para bancos, empresas ou o governo

Ao investir em um título de renda fixa, você está emprestando dinheiro para um banco (no caso de um CDB), para uma empresa (no caso de uma debênture) ou para o governo (no caso dos títulos do Tesouro Direto). Eles usarão esses recursos para o pagamento de dívidas ou o reforço de caixa e te devolverão o dinheiro investido, corrigido por juros, em uma data determinada.

  1. Mesmo raro, é possível perder o dinheiro investido

A maioria dos investimentos em renda fixa é garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos), que funciona como uma espécie de seguro, com limite de até R$ 250 mil por CPF e instituição financeira, caso a empresa ou o banco enfrentem problemas financeiros. Por outro lado, existem alguns investimentos que não têm esse tipo de proteção, como as debêntures (títulos de dívida privada) e as letras financeiras, emitidas pelos bancos. Nesse caso, se o banco quebrar, o investidor ficará a ver navios. Mas não se preocupe: a situação é muito rara.

Investimentos de renda fixa garantidos pelo FGC

 

Investimentos de renda fixa que não são garantidos pelo FGC

 

  1. Os títulos de renda fixa também podem se desvalorizar

Não são apenas os investidores da bolsa de valores que passam por volatilidades do mercado. Na renda fixa, investidores de títulos do Tesouro Direto ou de fundos de renda fixa podem conviver de tempos em tempos com desvalorizações dos ativos. Mas, no caso dos títulos pré-fixados, o risco de um eventual prejuízo só ocorre se o investidor o vender antes do prazo de vencimento. Do contrário, terá o retorno combinado no momento da aplicação.

 

  1. Não é preciso ser milionário para investir

Longe disso. A maioria dos títulos de renda fixa exige aportes iniciais pequenos – ou simplesmente não estabelecem um piso mínimo, a exemplo da caderneta de poupança. É possível investir em LCIs com um valor por volta de R$ 500, em LCAs, CRIs e CRAs com cerca de R$ 1 mil e no Tesouro Selic com um valor mínimo de R$ 31,33.

 

  1. É a categoria de investimentos predileta dos brasileiros

A mais recente pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, elaborada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), que mantém o Como Investir, mostra que 48% dos brasileiros preferem montar uma reserva financeira sem riscos, enquanto apenas 19% investem com o objetivo de ter um bom retorno financeiro. Nessa busca por segurança, 88% dos poupadores apostam na caderneta de poupança. Hoje, a poupança é um dos investimentos menos rentáveis do mercado, ao pagar apenas 70% da Selic (6,5% ao ano) mais a TR (Taxa Referencial), que está zerada.

 

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