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Com certeza você já ouviu falar no Tesouro Direto, site no qual são vendidos títulos públicos de maneira rápida e prática! O que ninguém te ensinou foi o passo a passo para fazer sua aplicação. Você sabia, por exemplo, que é necessário ter conta em uma corretora para aplicar? Não é nenhum bicho de sete cabeças, mas, para facilitar seu caminho no mundo dos investimentos, fizemos um tutorial bem detalhado para não restar dúvida alguma! Vamos lá?

O que é o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional para venda de títulos públicos pela internet. Ele surgiu com o objetivo de facilitar o acesso a esses produtos, permitindo aplicações a partir de R$ 30,00.

Acessando o Tesouro Direto

O primeiro passo para investir é ter uma conta em uma instituição financeira, que pode ser um banco ou uma corretora. Essa empresa que intermediará suas transações com o Tesouro.

Veja a lista de todas as instituições habilitadas a trabalhar com o Tesouro Direto

Faça seu cadastro na empresa escolhida. Você deverá fornecer a documentação necessária para abrir uma conta em seu nome. Geralmente, são os documentos de praxe: RG, CPF, comprovante de residência e  de renda.


A partir daí, você receberá uma senha provisória da B3 para o primeiro acesso à área restrita do Tesouro Direto. Troque a senha provisória por uma nova de sua preferência e pronto: você já está habilitado para começar a investir.

Primeiro acesso

Ao entrar pela primeira vez com seu login e senha, você encontrará algumas informações como o “Resumo de sua posição”, que mostra como seus investimentos em títulos do Tesouro Direito estão divididos. Nessa página, também há os “Avisos do Tesouro Direto” com notícias para os investidores.



*Imagem capturada em 10/04/2018

Para aplicar, clique no botão verde “Acesse Aqui”. Você será direcionado para um questionário que ajudará na escolha do título mais adequado aos seus objetivos financeiros, ao tempo de investimento e à sua tolerância a riscos.

Invista!

Agora, vamos ao investimento! No topo da página, você encontrará a opção “Investir e resgatar”. Ao clicar, surgirão três alternativas e a primeira é justamente o que queremos: “Investir”.

 

Aparecerá uma tabela com todos os títulos públicos disponíveis para investimento e você poderá escolher o título que deseja.

 


Na primeira coluna, tem o nome do título (Tesouro IPCA, Tesouro Prefixado e assim por diante). Na segunda, a data de vencimento – lembrando que você pode sacar seu dinheiro antes, esse é apenas o prazo de vencimento final do papel, isto é, quando ele deixa de ser comercializado. Na sequência, você verá a coluna de rentabilidade anual, que informa o percentual de rendimento que o investimento que você escolheu já recebeu ao ano (ou seja, a rentabilidade passada, que é uma referência, mas não uma garantia para rentabilidade futura). Em alguns casos, são considerados outros fatores além desta taxa, como acontece com Tesouro IPCA+, que também inclui a inflação nos rendimentos.

Você encontrará, ainda, a coluna de preço unitário do título. Como falamos antes, é possível investir a partir de R$ 30,00, mas caso esse valor seja equivalente a 1% do preço unitário do papel. Por exemplo, se o Tesouro Selic 2023 tem preço unitário de R$ 9.447,63, é possível comprá-lo a partir de R$ 94,50. Já o Tesouro Prefixado 2021 pode ser adquirido por R$ 30. Mas fique tranquilo: o próprio sistema faz esse cálculo para você.

As colunas “Quantidade desejada” e “Valor desejado” se complementam. Você escolhe por uma opção ou pela outra para começar a investir. Ao digitar uma quantidade desejada do título, surgirá automaticamente o valor desejado na coluna ao lado, que será o quanto você precisa pagar para comprar. Também é possível fazer ao contrário:  digitar em “Valor desejado o quanto quer investir. O número será ajustado e surgirá na coluna ao lado a quantidade que você está comprando de papéis.

Também há “Taxa de administração” que informa o quanto custará a operação. Calma! Títulos públicos não têm taxa de administração. Essa taxa é o valor que as instituições financeiras que intermediam a compra (como aquela que você fez o cadastro no começo) podem cobrar para fazer a transação. Há algumas que não cobram – consulte a lista de taxas e de instituições.

Ao incluir as informações na tabela, basta clicar em “Continuar” e, na tela seguinte, selecione “Confirmar”. Lembre-se que você deve ter o dinheiro na instituição que intermediou a compra antes de confirmar o investimento nos títulos – se não houver dinheiro disponível, a aplicação não acontece.

Acompanhe!

Agora é só ficar de olho nos seus rendimentos. Você pode entrar sempre no site do Tesouro Direto para monitorar seus investimentos, mas não deixe de acompanhar índices de referência, como o IMA (Índice de Mercado ANBIMA), que tem sua carteira formada apenas por títulos públicos. É um bom termômetro para ver se os papéis estão tendo um bom desempenho!

Há diversos subíndices da família do IMA: o IRF-M (carteira formada por papéis prefixados), o IMA-B (carteira formada por papéis atrelados ao IPCA), o IMA-C (papéis atrelados ao IGP-M) e o IMA-S (papéis pós-fixados pela taxa Selic). Todos estão disponíveis aqui para consulta. Você encontrará um que tem tudo a ver com a sua aplicação e poderá acompanhá-lo para medir o desempenho de seus investimentos.

 

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