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Ah, as contas de início de ano! Sem sombra de dúvidas, o primeiro trimestre é um período de aperto para muitos brasileiros. Uma prova disso foi o resultado de uma pesquisa do SPC Brasil, que apontou que 9 em cada 10 pessoas não estavam preparadas para lidar com os temidos boletos!

Se você é uma dessas pessoas, fique tranquilo! O objetivo agora é deixar a poeira baixar, ficar calmo e descobrir uma maneira de evitar isso no seu próximo ano. Por isso, elaboramos este post sobre o tema, com várias dicas legais para a sua disciplina financeira. Vamos lá!

Não me programei para as contas de início de ano: e agora?

Tudo bem. Ainda que o planejamento seja importante, nós entendemos que você possa estar se sentindo em uma furada, justo por não ter se programado no ano anterior. Mas é nesse momento que você precisa respirar e pensar com clareza nas suas possibilidades. Com uma boa dose de calma e planejamento, você vai superar isso tudo, beleza?

Mas agora, vamos pensar na situação: o que faz o início do ano ser tão difícil no orçamento do brasileiro? Bem, da forma como percebemos, a dificuldade aparece pelo acúmulo de despesas, como se todos os Lordes dos Boletos disparassem um único ataque, logo nos primeiros meses do ano.

Ok, fantasias à parte, é quase isso que acontece. Pois veja, estas são as obrigações mais comuns para o brasileiro no primeiro trimestre:

Sendo assim, é normal se sentir pressionado sobre o peso das contas. Mas a nossa missão é te tirar desse buraco e, para isso, preparamos três seções especiais, em que te ajudaremos a lidar com situação atual, para depois, mostrar como você pode evitar isso no futuro.

À vista ou parcelado: o que vale mais a pena?

Sendo bem objetivo, pagar despesas à vista quase sempre é a melhor opção. Afinal, você se livra logo da dívida, sem deixar nenhuma pendência atrapalhando no restante do ano.

É lógico, para quem não se planejou, essa não costuma ser uma alternativa, justo pelo fato de que o orçamento está apertado. Por isso, temos algumas opiniões diferentes sobre o dilema. Veja!

Pagando tudo à vista

Se você tem caixa para pagar todas as despesas à vista, o faça sem pensar duas vezes! Inclusive, isso vale para todos vocês que estão com o saldo do FGTS dando “sopa”. Essa é uma estratégia boa justamente pelos possíveis descontos que um pagamento único oferece — ainda que não sejam todas as despesas que ofereçam um descontinho. Normalmente, as contas mais baratas no pagamento à vista são:

Pagando à vista e parcelado

No entanto, pode ser que você se encontre no meio termo. Os seus primeiros salários conseguem quitar boa parte das despesas à vista, mas não completamente. Nesse caso, a nossa recomendação é para que você pague à vista aquelas que oferecem o maior desconto possível.

O objetivo é economizar o máximo possível, escolhendo o que pagar com uma boa dose de pensamento, calma e estratégia. Como exemplo, destacamos os seguros, que em algumas empresas, o pagamento à vista pode ser até 20% mais barato do que o parcelado.

Depois de priorizar os maiores descontos, você também deve pagar à vista tudo o mais que couber no orçamento. Feito isso, você parcela o restante e pronto! Desse modo, você minimiza as despesas ao máximo, e parcela apenas o que for absolutamente necessário.

Pagando tudo parcelado

Por último, temos um cenário comum para muita gente. Essa é a alternativa que só deve ser usada quando não restam outras opções, beleza? Nesse caso, você vai direto para o parcelamento, se preocupando logo com o valor dessas parcelas ao longo dos próximos meses.

Por conta disso, é muito importante que você fique atento ao peso das parcelas durante o seu ano. Primeiro, vamos à questão dos impostos, como IPVA, IPTU e IR. Todos eles podem ser parcelados, mas é fundamental que você pesquise o acréscimo de juros conforme o aumento do número de parcelas — algo comum no Imposto de Renda, por exemplo.

Por serem impostos, eles são pagos por meio de boletos especiais do próprio Governo e, por isso, você não precisa se preocupar em usar o limite do seu cartão. Algo parecido acontece com os seguros, já que o parcelamento pode ser pago em uma espécie de carnê mensal — mas novamente, o custo aumenta junto ao número de parcelas.

Como não extrapolar com o cartão de crédito?

Por fim, chegamos nas despesas extraordinárias, como os gastos do ano anterior e as compras com material e matrícula escolar. Normalmente, esses gastos precisam ser pagos à vista e no ato, com a única possibilidade de parcelamento por meio do cartão.

É nesse caso, principalmente na compra do material escolar, que se deve fazer uma boa pesquisa de mercado, evitando lojas com preços altos. Assim, você conseguirá equilibrar todas as despesas, minimizando, na medida do possível, o peso das contas no restante do seu ano.

O que fazer para evitar dor de cabeça no próximo ano?

Agora, chegamos a nossa fórmula ultrassecreta antiestresse financeiro: um calendário de gastos fixos! Ok, o nome não é tão fantástico como o anúncio, mas acredite, vale a pena!

Aqui, o que você deve fazer é usar um calendário físico ou digital para anotar a data/período comum para as suas despesas. Assim, você se prepara para as continhas de 2021, já economizando em 2020. Veja como fazer isso!

1. Some as despesas

Essa etapa é bem simples. Basta reunir todos os gastos que você terá no próximo ano, com seguros, impostos, matrículas, materiais e afins. Como o objetivo é juntar essa graninha para pagar tudo à vista, considere o valor das despesas com o desconto.

Então, pode ser que você se pergunte: mas como fazer isso sem saber os valores? Bem, você pode usar as contas de 2020 como uma referência, olhando qual seria o custo do seu IPTU se pagasse descontado, assim como o seguro e as outras coisas. Então, você soma essas despesas para encontrar o valor total. Veja um exemplo:

2. Descubra quanto economizar por mês

Beleza, seguindo o nosso exemplo, existem R$2.700 de despesas para o início de 2021. Então, você pega esse valor e divide por 12 meses e tadááá! O resultado será o quanto você precisa guardar em todos os meses de 2020 para garantir a tranquilidade de 2021 — nesse caso, 2.700 dividido por 12, resultando em R$225 por mês!

Viu só? Quando divididas ao longo do ano, as contas ficam bem mais suaves. Então, vá em frente e faça o teste! No longo prazo, você vai perceber que essa prática super vale a pena, pois todos os seus anos começarão no azul! 🙂

E aí, gostou do nosso conteúdo especial para ajeitar as suas contas de início de ano? Então, aproveite para ser atualizado com mais novidades e dicas no tema, seguindo as nossas páginas no Facebook e no YouTube!

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