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Se você decidiu que 2019 é o ano de botar suas contas em dia e começar a investir, já deu o passo mais importante. Mas você já pensou em como vai se organizar para colocar essa ideia em prática?

Existem inúmeras ferramentas que podem ajudá-lo a montar um planejamento financeiro, seguir seu orçamento e acompanhar seus investimentos. Uma delas certamente é a ideal para você. Para saber qual, é preciso que você estude seu próprio perfil.


Só não dá para tentar se organizar fazendo as contas nas mãos…

Você é do tipo analógico ou digital? Gosta de ter tudo à mão na mesma hora, ou prefere digerir as informações com tempo? Gosta mais de mexer com números no papel, em planilhas no computador ou quer ter tudo à mão, no smartphone? O Como Investir te ajuda a escolher, explicando as vantagens e desvantagens de cada uma dessas três alternativas:

No papel

O bom e velho caderninho pode ser o seu fiel companheiro também na organização das finanças. Um modelo pequeno, que caiba na bolsa, é uma pedida interessante. A vantagem é que estando sempre à mão, fica mais fácil lembrar de usá-lo para compilar seus gastos. O problema é que vai ser um pouco mais chato de fazer qualquer espécie de análise ou cálculo a partir dos números que você tiver anotado. Se essa for a sua opção, procure reservar uma página para anotar suas receitas do mês e outra para os seus custos. Monte uma pequena tabela, com uma coluna destinada a descrever o tipo de gasto (alimentação, transporte, entre outros), outra para o valor que você prevê gastar no mês e uma terceira, maior, para anotar quanto efetivamente está saindo do seu bolso. Some os valores ao longo do mês, fazendo os ajustes necessários para que você se mantenha dentro do que previu.

Dica extra: Para quem adora papelaria, existe um tipo de agenda de gastos, de origem oriental, chamada kakebo. Em japonês, a palavra significa “livro de contas das despesas da casa”. Os kakebos costumam ser coloridos e práticos, com espaços específicos para que você anote para onde vai seu dinheiro.

Com planilhas

Usar programas como Excel, Google Planilhas e semelhantes costuma facilitar bastante o acompanhamento do seu orçamento. Isso porque os dados ficam todos registrados e possibilitam que você faça contas do tipo que quiser e quando quiser, além de poder corrigir informações de maneira simples caso perceba que cometeu algum erro. Você pode tanto criar suas próprias tabelas quanto utilizar algumas disponíveis na internet, prontas para download – e o que é melhor, gratuitas.

A B3, bolsa de valores brasileira, por exemplo, disponibiliza uma planilha de orçamento pessoal pré-formatada. Além de receitas e despesas, ela também reserva espaço para que você anote informações sobre os seus investimentos. Já a planilha de orçamento doméstico do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) é mais completa e complexa. Ela permite tanto acompanhar a origem e o destino do seu dinheiro, como também estimar seus rendimentos para os próximos meses e contabilizar contas parceladas com clareza. O próprio Excel oferece modelos de planilhas de orçamento muito fáceis de usar. Basta escolher uma opção entre os modelos disponíveis na hora de abrir um novo documento (ou dar uma espiadinha aqui).

Com aplicativos

Para os mais ligados em tecnologia, os aplicativos de finanças pessoais são uma ótima opção. Isso porque eles ficam disponíveis – literalmente – na palma da mão, na tela do seu smartphone. Com isso, a chance de a preguiça bater e você deixar de fazer as suas anotações diminui bastante. Normalmente, eles incluem funcionalidades como a exibição de gráficos e tabelas comparativas, além de outras facilidades. Alguns desses aplicativos exigem que o usuário insira todas informações manualmente. Outros são conectados à conta bancária do usuário e organizam os gastos e ganhos automaticamente. Alguns aplicativos de bancos, inclusive, já trazem planejadores de orçamento embutidos.

 

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