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É muito comum ouvir as pessoas dizendo que investir é algo apenas para quem tem dinheiro. Se você acreditou nisso, comece já a desconfiar, afinal há opções de investimento para todos os bolsos e gostos. Confira:

– Poupança

A tradicional caderneta de poupança não exige um investimento mínimo. Com qualquer valor, é possível começar a aplicar.

– CDB

Sigla para Certificado de Depósito Bancário, o CDB é um dos investimentos mais conhecidos, ao lado da caderneta de poupança. Ele nada mais é que um título emitido pelos bancos para captar recursos. Em outras palavras, você “empresta” dinheiro aos bancos que, em contrapartida, devolvem a quantia aplicada com uma remuneração, conforme o prazo do vencimento do título.

É possível encontrar o CDB nos grandes bancos, mas também em instituições financeiras de pequeno e médio porte. O valor mínimo para investir varia conforme a instituição financeira. Em bancos de médio ou pequeno porte, você pode achar CDB com aplicação inicial de R$ 100. Nos maiores, o valor pode ser em torno de R$ 500.

– Fundos de investimento

No universo dos fundos de investimento, existem alternativas para todos os bolsos. Com apenas R$ 50, por exemplo, você consegue fazer uma aplicação em um fundo. Lembrando que há fundos que permitem somente aportes mais elevados, mas há produtos com valor mínimo de aplicação baixo.

A boa e velha pesquisa é fundamental na hora de escolher o fundo mais adequado ao seu perfil de risco e, claro, ao seu bolso. Isso porque há diferentes tipos de fundos, com estratégias e prazos variados, entre renda fixa, ações, cambiais e multimercados.

– Títulos públicos do Tesouro Direto

Os títulos públicos do Tesouro Direto também são um dos investimentos mais acessíveis. Com R$ 30 já possível investir nesse tipo de aplicação financeira. Na prática, qualquer pessoa com CPF e uma conta em uma corretora de investimentos habilitada (a lista está no site do Tesouro) pode começar a aplicar.

Na plataforma do Tesouro Direto, são disponibilizados três tipos de papéis: Tesouro Selic, cujo rendimento acompanha a variação da taxa básica de juros (Selic); Tesouro Prefixado, com a rentabilidade definida no momento da aplicação, portanto, prefixada; e Tesouro IPCA+, cuja remuneração é composta pela variação do IPCA (índice oficial que mede a inflação no país) no período mais a taxa de juros do momento da compra do título.

– Ações

Apesar de parecer inacessível, investir em ações não é algo apenas para quem tem muita grana. Não há um valor mínimo para fazer a aplicação. Lembrando que é possível investir em papéis de empresas na bolsa por quatro caminhos: comprar as ações diretamente, ou seja, escolhendo uma a uma, tarefa que exige bastante pesquisa; investir por meio de um fundo de ações; aplicar nesse mercado por meio de ETF (Exchange Traded Fund), conhecido também como fundo de índice; investir por meio dos clubes de investimento, que é uma forma de investimento coletivo de pessoas físicas no mercado de capitais.

No primeiro caso, é importante conhecer a empresa na qual vai investir, o histórico dela, o desempenho do setor no qual ela atua, entre outras variáveis. Tudo isso exige bastante pesquisa e dedicação. No caso dos fundos de ações, um gestor monta uma cesta com diferentes papéis e você não precisa se preocupar em escolher as ações, por exemplo.

O ETF, por sua vez, é um fundo de investimento que pode ser negociado como uma ação na B3. Na prática, as cotas de um ETF podem ser compradas ou vendidas na bolsa de valores da mesma forma que ações de empresas. Com cerca de R$ 200, já é possível iniciar uma aplicação.

 

 

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