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Rendimento alto, todo mundo quer. Mas encontrar investimentos com retorno alto é cada vez mais difícil. A taxa básica de juros do país está no patamar mais baixo da história (6,5% ao ano). E essa taxa – a Selic – serve como referência para a rentabilidade dos títulos públicos, dos CDBs e dos fundos em que você aplica.

Em épocas como essas, os investidores costumam se mexer para encontrar alternativas vantajosas. E no meio delas, uma tem sido vista com atenção: as debêntures.

É provável que, ao ler o nome dessa aplicação, você tenha pensado que se trata de algo complexo de entender. Será mesmo? O que, afinal, são debêntures? Que tipos existem? Onde é possível comprá-las? Quais os riscos envolvidos? Confira seis perguntas para você entender as debêntures.

1) O que são?

Debêntures são títulos de crédito negociados no mercado de capitais. Quem compra uma delas “empresta” dinheiro para uma empresa durante um período. Em troca disso, aceita receber uma remuneração – os juros.

Assim como os títulos públicos e os CDBs, as debêntures são investimentos considerados de renda fixa – também existem debêntures conversíveis em ações no mercado, o que as torna uma mistura de renda fixa e variável. Significa que as regras relacionadas aos prazos e ao formato da remuneração estão definidas desde o momento da aplicação. O investidor sabe desde o início por quanto tempo o dinheiro ficará aplicado e de quanto serão os juros que receberá nesse período.

2) Por que debêntures?

O primeiro benefício é diversificar os seus investimentos aplicando em um novo produto para você. Distribuir seu dinheiro em vários tipos diferentes de investimentos é uma maneira de você se proteger. Se uma das aplicações render pouco em um período, outra que tenha tido um desempenho melhor pode ajudar a compensar a perda.

A segunda vantagem é exatamente a rentabilidade. Em geral, a remuneração oferecida pelas debêntures supera a de outras aplicações de renda fixa com prazo de vencimento semelhante.

3) Por quanto tempo?

Assim como os títulos públicos do Tesouro Direto, as debêntures têm um prazo de vencimento. Ou seja, o investidor recebe mais se resgatar o dinheiro lá na frente, quando chegar na data final. Esse prazo pode ser de dois até mais de dez anos, dependendo do caso. Por isso, esteja atento aos seus objetivos. Se você está poupando para trocar de carro no fim deste ano, debêntures podem não ser a melhor alternativa. Já se estiver economizando para comprar um apartamento daqui a cinco anos, a situação é diferente.

4) Qual o risco?

O principal risco das debêntures é o chamado “risco de crédito”. Ele representa a chance de a empresa emissora não honrar os compromissos que tem com os investidores – ou seja, de dar um calote. Mas empresas com um endividamento baixo, sem dificuldades para aumentar as receitas ou inseridas em setores que estão em ascensão normalmente têm um risco de crédito quase nulo. Além disto, as debêntures não têm cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

5) Dá trabalho?

Debêntures são fáceis de comprar, mesmo pelos pequenos investidores. Vários bancos e corretoras negociam esse tipo de papel. Em geral, elas são lançadas no mercado a um valor de referência de R$ 1.000. Algumas instituições e empresas emissoras, no entanto, podem estabelecer um investimento mínimo maior do que esse.

6) Quanto custa?

É possível investir em debêntures por meio de bancos e corretoras, que podem cobrar taxas. Uma taxa comum é a de intermediação, cobrada cada vez que se compra ou vende uma debênture. Também pode haver cobrança de taxa de custódia, que cobre os custos das instituições financeiras por “guardarem” as debêntures em seu nome. Pesquise, pois vários bancos e corretoras isentam os investidores desses custos.

Fora isso, incide o IR (Imposto de Renda) sobre os rendimentos das debêntures, seguindo a tabela regressiva. Quanto mais longo for o investimento, menor é o imposto. Se a aplicação durar até seis meses, a tributação é de 22,5% sobre os ganhos. Acima de dois anos, é de 15%.

 

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