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Você quer ter segurança financeira e aquele dinheirinho guardado para alguma eventualidade? É bem provável que sua resposta seja “sim”. Para isso, é preciso saber como investir. Afinal, educação financeira é fundamental e todo mundo precisa entender do assunto.

Para chegar a esse patamar, você já conhece o primeiro passo: ter consciência de que economizar vai ajudar a alcançar o que deseja. Depois disso, é preciso ler sobre as possibilidades de investimentos, a fim de encontrar a que seja ideal para você. Uma dica é: fuja das fórmulas mágicas existentes na internet, pois elas costumam conter armadilhas ou interesses mascarados.

O foco é se conhecer e aprender sempre para fazer as escolhas certas. É por isso que criamos este guia de investimento para iniciantes. Nele, você entenderá como se planejar para sobrar dinheiro no final do mês, definir objetivos e selecionar as melhores opções de aplicação financeira.

Achou interessante? Confira o conteúdo e aprenda mais!

O planejamento para sobrar dinheiro para investir

Gastar menos do que se ganha é o primeiro passo a dar para quem quer começar a investir. Como alcançar essa meta pouco importa. O mais importante é encontrar a fórmula certa para você. Neste guia, vamos mostrar algumas técnicas que podem te ajudar a chegar lá.

A 2ª Edição do Raio X do Investidor Brasileiro, lançada em 2019, mostrou que 58% dos brasileiros não tinham nenhum investimento em 2018. Entre os motivos estão:

  • falta de condições financeiras (80%);
  • falta de interesse (6%);
  • insegurança (4%);
  • falta de conhecimento e informação (2%);
  • existência de outras prioridades (2%).

A boa notícia é que 42% começaram a investir ou deram continuidade a essa prática. Além disso, entre aqueles que deixaram essa recomendação de lado, 11% pretendem realizar alguma aplicação financeira, 33% desejam adquirir um imóvel, 12% esperam trocar de automóvel e 10% querem abrir um negócio próprio.

Qualquer que seja o seu intuito, tudo começa por um ponto comum: entender como seus hábitos financeiros funcionam. Se você acha que sabe tudo sobre seus comportamento, pare e pense por alguns instantes sobre as perguntas a seguir.

  • Você tem facilidade de poupar?
  • Costuma comprar por impulso?
  • Suas finanças ficam no vermelho ou você controla bem as suas dívidas?
  • Tem uma reserva de emergência?
  • Existe algum débito em aberto, ainda que pago com regularidade?
  • Cumpre o orçamento delimitado todos os meses e ainda sobra dinheiro para investir?
  • Sabe quanto gasta em cada categoria e quais despesas poderiam ser eliminadas ou reduzidas?

É normal ter uma ideia das respostas, mas nem sempre conhecer todos os detalhes. Se você é daqueles que adora anotar tudo, pode até usar papel, planilhas ou aplicativos financeiros.

O importante é você conhecer os seus ganhos e gastos — inclusive os menores, como aquele cafezinho que você sempre toma depois do almoço. O quanto ele afeta seu orçamento? Diminuir as quantidades ou substituir por outra coisa ajudaria a ter mais dinheiro sobrando no fim do mês? Ao refletir sobre essas despesas, você tem a chance de melhorar sua vida financeira, reduzindo o gastos com o que você não considera necessário.

Além disso, existem algumas técnicas que ajudam você a criar o hábito de poupar. Cada uma delas tem características específicas e se adaptam a perfis diferentes de pessoas. Por isso, vale a pena avaliá-las e verificar qual delas é a melhor saída para você. Confira algumas alternativas!

Regra 50-30-20

Esse método de organização do orçamento ajuda a priorizar gastos, a fim de evitar desembolsos supérfluos. Para isso, as despesas pessoais são divididas em três categorias principais, que fazem parte dos percentuais que dão nome à regra. Veja:

  • 50% dos seus ganhos são destinados a necessidades, ou seja, despesas de sobrevivência. Aqui estão incluídos o aluguel, a alimentação, as utilidades, o transporte e mais;
  • 30% da renda é direcionada para gastos flexíveis, voltados ao bem-estar. É o dinheiro despendido com coisas que você deseja, mas não precisa, como idas ao cinema e a restaurantes, viagens etc.;
  • 20% da remuneração deve servir para o pagamento de dívidas ou investimentos.

Esses percentuais são uma base, mas você pode alterá-los — se for para economizar, é claro. Lembre-se de que quanto mais você guardar, mais terá para investir e, por consequência, também obterá maior retorno.

O que acontece se for verificado que os gastos flexíveis ou com necessidades ultrapassam as recomendações? O ideal é fazer ajustes. Por exemplo: se o aluguel estiver muito caro, considere mudar para um apartamento mais barato. Por sua vez, caso os gastos com locomoção estejam elevados, avalie a possibilidade de usar o transporte público.

No caso dos gastos flexíveis, estipule limites, ainda que a isso exija mais disciplina no começo. O simples hábito de deixar de comprar um chocolate após o almoço pode gerar uma economia de aproximadamente R$46 ao mês, se considerarmos que cada unidade vale R$2 e a compra foi feita durante 23 dias úteis.

Nesse momento, ainda existem outras medidas válidas. Algumas delas são:

  • troque o plano do celular e da TV a cabo por outros mais baratos;
  • faça a maior parte de suas refeições em casa;
  • opte por passeios gratuitos, como parques e praias (caso more no litoral);
  • prefira pagar as compras à vista, a fim de evitar o endividamento no cartão de crédito.

Pague-se primeiro

A ideia, nesse caso, é priorizar seus investimentos, em vez de esperar o mês passar para verificar se sobra algum dinheiro para aplicar. Uma possibilidade é apostar na automatização de investimentos. Assim, você evita os gastos desnecessários e foca naquilo que é realmente importante, ou seja, seu futuro.

O propósito de se pagar primeiro é entender esse ato como uma conta, uma espécie de boleto que você já tem para quitar. A mudança de mentalidade é necessária para entender que aquele valor já está implicado. Portanto, não pode ser gasto.

Assim que o dinheiro entrar na sua conta, a primeira coisa que deve ser feita é reservar a quantia para o pagamento de dívidas e investimentos. O percentual depende da sua situação financeira — recomenda-se, pelo menos, 10%, mas se puder, deixe mais. O principal é garantir o cumprimento da sua meta todos os meses.

Método dos potes

Esse é um modelo mais rudimentar, mas que também prevê a separação dos gastos em percentuais. A diferença é que as quantias são colocadas em seis potes. Cada um deles representa uma despesa específica:

  • 55% são voltados para despesas diárias e quitação de contas fixas mensais, caso de aluguel, luz, internet, água, condomínio etc.;
  • 10% são para lazer, como jantares, cinemas, bares e outros;
  • 10% são para investimentos;
  • 10% servem para investir em seu crescimento pessoal e profissional, como a realização de cursos, compra de livros, participação em palestras, entre outros;
  • 10% são direcionados para adquirir itens que melhoram sua vida pessoal, como uma TV ou um automóvel, ou o pagamento da mensalidade da academia;
  • 5% são para caridade ou compra de presentes.

Novamente, a dica aqui é organizar o orçamento ao máximo, evitando gastos excessivos. Você ainda deve ter percebido que todas as técnicas têm um ponto em comum: direcionam parte do valor recebido para investimentos — ou pagamento de dívidas, se você as tiver.

Seguindo as dicas apresentadas, você já está no rumo do controle de orçamento. No entanto, contar com um planejador financeiro também é uma alternativa válida. Esse profissional orienta, de maneira precisa, como gastar o dinheiro de forma inteligente e consciente. Com o tempo, ele ajuda a construir e consolidar seu patrimônio.

Por fim, tenha em mente que qualquer quantia é válida para investir. Se você ainda tem dívidas e só consegue reservar R$30 por mês, tudo bem! Já é possível aplicá-los em títulos públicos ou na poupança, por exemplo.

A definição de objetivos para investir

As técnicas apresentadas até aqui surtem mais efeito quando você tem um sonho que te mantém motivado. Por isso, saber o que deseja conquistar com o dinheiro economizado é essencial para manter a disciplina e concretizar seus objetivos.

Perceba que a compreensão desses aspectos é diferente para cada indivíduo. O que é riqueza para você pode não ser para outra pessoa. Por isso, o planejamento financeiro precisa ser ajustado para a sua realidade, a fim de que a mudança de hábitos deixe de se tornar um sacrifício.

Quando a atenção é direcionada dessa forma, você passa a realizar escolhas inteligentes, em vez de deixar de fazer o que gosta. Aproveitando, também conquista seus objetivos a partir de um planejamento bem elaborado.

Como definir suas metas financeiras?

Os objetivos precisam ser realistas. Você não pode esperar guardar R$50 mil em um ano se ganhar R$3 mil por mês. Afinal, o total recebido ao final do ano seria de R$36 mil. Então, para fazer uma definição adequada, é preciso cumprir algumas etapas.

Defina o que quer comprar ou adquirir

Saber exatamente quais são os seus objetivos a curto, médio e longo prazo pode ajudar muito em seus investimentos. Para isso, é interessante listar todos eles no papel — o que ajuda a manter a disciplina. Os sonhos e as metas são bastante particulares, mas você pode desejar fazer um curso, empreender, comprar um bem (como um carro ou imóvel), fazer uma viagem ou até mesmo pensar em guardar para a aposentadoria.

Delimite o custo de cada meta

Os objetivos têm custos. Se você deseja se aposentar, comprar um carro ou fazer uma viagem, sabe que vai precisar guardar dinheiro. Por isso, defina uma quantia específica para conquistar cada um dos seus sonhos. Para isso, você pode pesquisar os valores na internet, com familiares e amigos.

Determine um prazo de alcance para os objetivos

Os prazos devem estar atrelados ao alcance de cada meta. Vamos supor que você tem 30 anos para se aposentar. Esse é o período em que você acumulará os valores. Lembre-se de que, de modo geral, os objetivos mais rápidos são atingíveis em até um ano. Ainda existem os alcançáveis em cinco ou mais anos.

Considere a quantia que você já tem

O montante inicial é importante, mas pouco importa o valor. Evite o desânimo, porque mesmo que você tenha R$10 ou R$10 mil, dedique-se. Afinal, esse é o primeiro passo para começar e é o que fará você mudar de hábitos.

Delimite quanto economizará todos os meses

As técnicas antes apresentadas podem ser usadas aqui, mas você também pode seguir outra tática. O importante é priorizar uma das metas. A partir disso, é possível destinar toda a reserva para esse objetivo ou colocar um percentual maior em um deles e o restante dividido entre os outros sonhos.

Certifique-se de que o cálculo é realista

O valor e o prazo precisam ser viáveis. Traçar metas irreais é desanimador, porque você percebe que está longe de alcançar seu objetivo. Por isso, faça os ajustes, conforme achar necessário, e divida os objetivos em etapas menores, se for o caso. Perceba que essa etapa é como um orientador: toda vez que você pensar em gastar de maneira compulsiva, consulte seus objetivos. Eles ajudarão a manter a disciplina.

Como conhecer seu perfil de investimento?

Nesse trabalho de definir objetivos, saber qual é seu perfil de investidor vai te ajudar a escolher a fazer aplicações corretas. Basicamente, essa é uma análise que mostra qual é sua disposição para correr riscos, a fim de fazer a escolha mais acertada.

A chamada Avaliação de Perfil do Investidor (API) é obrigatória para determinar a carteira de opções que se adéqua melhor a cada indivíduo. Desse modo, você evita correr mais riscos do que o necessário, ao mesmo tempo que maximiza seu potencial de retorno, ou seja, a rentabilidade.

Quais são os principais tipos de perfil existentes? Cada instituição usa classificações diferentes para seus clientes, mas os perfis geralmente estão divididos em três categorias:

  • conservador: abrange pessoas com pouca tolerância ao risco. O foco é a preservação dos valores aplicados;
  • moderado: é voltado para pessoas que querem equilibrar melhor a relação entre risco e retorno. Você tem maior tolerância a perdas, desde que tenha chances de ganhar mais;
  • arrojado: é o investidor que opta por ganhar sempre mais, ainda que a possibilidade de prejuízo seja maior.

Para descobrir o seu perfil de investidor, o ideal é fazer o teste da API no site de uma corretora de valores ou instituição financeira. E você vai precisar refazê-lo de tempos em tempos. Seu perfil pode mudar conforme vai se adaptando aos conceitos do mercado, ao trocar de objetivos e até por ter mais recursos disponíveis.

6 dicas para escolher onde investir

Aprendeu como investir suas economias a partir do seu perfil de investimento? Existem outros fatores que interferem na escolha. O Raio X do Investidor, pesquisa realizada anualmente pela ANBIMA, mostrou as preferências dos brasileiros.

De acordo com o relatório, 88% optam pela caderneta de poupança. Em segundo lugar, vem a previdência privada, com 6%. Os títulos privados, — como CDB e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA) —, ficam com 5%, enquanto os fundos de investimentos são a escolha de 4% dos investidores.

Os títulos públicos ficam com 3% da preferência devido à facilidade de saber como investir no Tesouro Direto. Essa modalidade também é simples e permite aplicar valores a partir de R$30. No entanto, é preciso conhecer além das preferências.

Para aqueles que estão dispostos a correr mais riscos e poder ter uma rentabilidade elevada, os títulos públicos, por exemplo, podem ser menos interessantes. Por sua vez, um investidor conservador pode preferir não se arriscar aplicando sua reserva em ações, devido às oscilações do mercado.

Mas como fazer uma escolha inteligente? Apresentamos algumas dicas a partir de agora. Confira!

1. Busque o autoconhecimento

Fazer o teste de API é uma forma de entender o seu perfil de investidor. Mais que isso, considere os objetivos a serem conquistados e os prazos de cada um deles. Para os de curto prazo, é necessário optar por liquidez, ou seja, aplicações financeiras que permitam sacar o dinheiro a qualquer momento. Essa também pode ser a opção da poupança e do Tesouro Direto, principalmente. Essas duas alternativas também são interessantes para a formação de reserva .

Ela consiste em uma quantia a ser utilizada em situações de imprevisto, como a perda do emprego, um tratamento de saúde, uma viagem inesperada ou para aproveitar a promoção de um produto que deseja muito comprar.

O valor armazenado depende da sua função. Um servidor público pode ter o equivalente a três meses, enquanto um autônomo pode precisar de mais que isso.

Para o médio prazo, pense em investimentos com rentabilidades um pouco maiores. O foco, nesse caso, é a manutenção do dinheiro aplicado por um período mais elevado com o propósito de receber um retorno significativo.

No longo prazo, — seja para a complementação de renda, seja para viver de juros —, é recomendado pensar em produtos que possam oferecer uma remuneração maior, ainda que sofra variações durante o período.

2. Conheça o mercado financeiro

Ler e se informar é a decisão mais acertada quando o assunto é seu futuro financeiro. Você precisa saber quais opções estão disponíveis, quais são os próximos passos e como os indicadores de investimento trabalharão a seu favor.

Além disso, é importante conhecer o impacto dos juros compostos. São eles que vão assegurar a rentabilidade dos seus investimentos a partir dos fatores: tempo e reaplicação do retorno.

Isso significa que, o seu ganho é proporcional ao tempo que o valor fica empregado. Afinal, no primeiro mês, os juros são contabilizados pela quantia inicial. A partir do segundo, o cálculo é feito com base no total aplicado, que corresponde ao montante do começo mais o rendimento já alcançado.

Para conhecer outras informações, vale a pena fazer leituras sobre o mercado financeiro, assistir a vídeos, participar de eventos que tratam do tema etc. O blog Como Investir é uma boa maneira de se manter atualizado e ter dados corretos para tomar decisões acertadas.

3. Entenda qual é o risco dos investimentos

Como tudo na vida, fazer uma aplicação financeira implica algum risco. Em alguns casos, eles são toleráveis, pois há menos chance de ocorrerem. Em outros, é preciso ter sangue frio. As principais classificações são as que listamos a seguir.

3.1. Risco de mercado

Refere-se à possibilidade de perder dinheiro com um investimento ou receber menos do que esperava. Por exemplo: você aguarda um retorno de 110% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) em uma aplicação financeira. No período, o governo diminui a Selic — taxa básica da economia — e sua remuneração, por consequência, reduz.

Isso acontece porque o CDI tende a seguir a Selic. Portanto, quando o segundo índice baixa, o primeiro também diminui. Esse é um exemplo de risco de mercado. Para diminuí-lo, considere se o investimento está vinculado a um índice específico. Ao saber qual é o indicador adotado, é possível verificar se há tendência de queda.

Veja ainda se o seu retorno depende do crescimento de alguma empresa. Isso acontece no caso das ações, especialmente. Nesse caso, analise o segmento de atuação da companhia e quais são as perspectivas para os próximos meses.

A aplicação ainda pode estar relacionada a uma moeda estrangeira ou nacional. Essa é uma boa opção quando você pretende preservar seu poder de compra para evitar oscilações abruptas.

3.2. Risco de crédito

Está relacionado à capacidade de pagamento do ativo adquirido. Por exemplo: você comprou um título privado, mas a instituição financeira faliu e deixou de pagar os investidores. Ainda que essa possibilidade seja remota em alguns casos, ela existe. Por isso, considere os critérios:

  • se a aplicação foi feita para o governo, veja se ele conseguirá manter os pagamentos. A tendência é que esse seja o menor risco de crédito do mercado;
  • se o investimento estiver relacionado a uma instituição financeira, confira se ela está regularizada e se oferece garantias para a oferta;
  • se foi feita em relação a uma empresa, avalie a situação da companhia, se é sólida e há potencial para pagamento da indenização. Procure ainda alguma garantia.

3.3. Risco de liquidez

Tem a ver com a rapidez com que a instituição financeira devolverá o seu dinheiro, assim que você precisar dele. Nesse caso, confira:

  • carência, isto é, o período em que a quantia deve permanecer intocada;
  • liquidez (diária, semanal, mensal e mais), a fim de saber quando você poderá fazer o resgate e qual é o prazo de recebimento do montante;
  • penalidades para saques antes do vencimento.

De toda forma, lembre-se de que saques antecipados impedem o recebimento integral dos juros prometidos. Além disso, tenha em mente que a poupança tem uma particularidade. Ainda que a liquidez seja diária, o rendimento requer a manutenção do valor por 30 dias, já que o repasse ocorre somente no aniversário da aplicação.

4. Saiba qual é o valor inicial da aplicação

Ter determinada quantia para aplicar é um dos fatores que interfere na sua escolha. Boa parte dos investimentos faz essa exigência — por isso, é preciso encontrar uma opção acessível ou acumular capital até ter a chance de aplicar naquela alternativa esperada.

A poupança é uma exceção, já que qualquer valor pode ser aplicado. No Tesouro Direto, por sua vez, o mínimo é de R$30 ou o equivalente a 1% do lote. Em títulos privados, o montante varia e por aí vai.

Ao fazer essa avaliação, são eliminadas as aplicações que requerem uma quantia mais alta do que o acumulado que você já tem. Ao mesmo tempo, é possível se preparar para fazer um investimento futuro. Assim, você sabe como investir pequenas quantias.

5. Considere a remuneração

Ter segurança para alcançar maior rendimento e um futuro tranquilo é o grande objetivo de quem investe. Por isso, é necessário considerar como esse cálculo acontecerá. Aqui, é importante entender o que faz a aplicação render. Se for um indexador, como o CDI ou a Selic, verifique quais são suas perspectivas de variação.

Mais que isso, veja qual o tipo de remuneração, ou seja, se você receberá juros, dividendos ou valorização de cotas. Dessa forma, é possível garantir que o retorno está alinhado ao seu objetivo e acelerar a conquista de suas metas, já definidas.

6. Avalie os custos do investimento

Termine sua análise com a conferência dos custos de cada aplicação financeira. É normal haver a incidência de impostos, taxas e outros encargos. Liste todos eles e compare com mais alternativas para ver qual vale mais a pena. É assim que você faz uma escolha consciente e determina a melhor opção para o seu caso.

Portanto, mais que saber como investir, é preciso estar em constante atualização. É recomendado estar atento ao que acontece no mercado para tomar decisões corretas e garantir a construção de um patrimônio sólido. Com as dicas que passamos e o acompanhamento do blog da ANBIMA, há mais possibilidades de fazer isso.

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